Estupros estão na ordem do dia. Todo santo dia tu abre o jornal ou a internet e está lá, em letras garrafais: JOVEM É ESTUPRADA EM SAÍDA DE BOATE NOTURNA. Ou então: "Próximo a um afamado bar na periferia, duas jovens sofrem estupro coletivo". São notícias preocupantes e que demonstra que nossa sociedade, que já parece uma zona, também parece um campo de guerra, onde o alvo são mulheres, notadamente jovens de vida noturna bastante ativa. Mas meu avô, "seu Orcilis" (já falecido), conheceu um delegado em Minas Gerais que acabou com uma onda de estupro em sua cidade de forma simples e didática, apesar de que as feministas - essa desgraça da sociedade moderna - se existissem, teriam dado uma parada cardíaca, se soubessem do que ele fez.
Antes de entrar nessa história, contada por meu avô (não a confunda com "Histórias que nossas babás não contavam"), é bom relembrar a espécie de suspeitos de estupros na classe masculina e o que os levam a cometer o ato. Existe três tipos de homem em nossa sociedade (o quarto não conta, o dos indecisos). O primeiro, é o homem comum. O segundo, é o taradão pegador e o terceiro e o mais perigoso: o psicopata. Porque este ultimo é perigoso? Porque para ele, estupro é uma questão de oportunidade: surgiu, ele comete o crime. Segundo a psicologia, um psicopata é um doente e não tem cura. Ele é um criminoso costumas. Observação: a desgraça da sociedade (feministas) fingem que esse ultimo caso não existe, o que induziu milhares de mulheres ao erro, tornando-as vítimas de estupros por cair na conversa feminista. Mas voltando ao assunto, estes tres tipos de homens estão misturados na sociedade e todo mundo sabe reconhecer os dois primeiros tipo, mas não o ultimo, o psicopata. O primeiro homem citado, o comum, é odiado pela classe feminina exatamente por ser comum, trabalhador e insosso (para elas, não cheira nem fede, resumindo, não tem "pegada"). O segundo tipo, o taradão, é o "cara", mas ele só comete o crime de estupro em um ato irrefletido. Já o terceiro tipo de homem, o psicopata, esse é o diabo. Geralmente, segundo a própria psicologia, ele é um sujeito envolvente, muitas vezes conquistador e sabe convencer.
Agora que descrevemos os tres tipos de homens, vamos à história que meu avô Orcilis conheceu e me contou: " em uma das inumeras cidades mineiras, os casos de estupros viraram epidemia. Entrava e saia delegado e nada se resolvia. as garotas vitimas todo dia estavam na delegacia, reclamando e nada se podia fazer. Até que um dia chegou um delegado daqueles que conversa fiada para ele era perda de tempo, ele era um sujeito de ação. Ele pegou sua joaninha (fusca usado como viatura), e deu uma rodada pelos principais pontos da cidade. Ele notou duas situaçôes:
Primeiro: as vitimas de estupro sempre pertenciam ao mesmo grupo de garotas, que ficavam nas praças da cidade.
Segundo: as vítimas, na sociedade, estavam sempre seminuas, provocando os três tipos de homens que estudamos acima, nas praças da cidade".
Ao estudar os relatórios dos casos, notou o delegado que a regra era que somente o mesmo grupo de jovens, vistas diuturnamente nas praças, seminuas, eram as vitimas contumazes dos crimes de estupro.
O que fez o delegado? Pegou as viaturas, foi nas praças pegando uma por uma as garotas, levou-as para fora da cidade e deu-lhes uma surra e ordenou: "Vocês não querem provocar vagabundo? Então vão para a cidade agora, provocando da melhor forma conhecida". Arrancou-lhes as roupas e fez com que elas se dirigissem nuas para a cidade. Resultado: por decadas, a cidade viveu tranquila, sem ouvir falar em estupro.
As três classes de homens e as vitimas de estupros
Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, mas para nós, essa imagem acima, vale por duas mil. O primeiro dado que devemos observar, no estudo dos casos de estupro, principalmente em saídas de boates, bailes funk e inferninhos, que perfazem a maioria dos estupros no Brasil, é que somente taradôes e psicopatas participam deste tipo de aglomeração orgiástica. O primeiro grupo de homens, que estudamos, o "Homem comum", tem pavor deste tipo de evento. Sua natureza não combina com esse tipo de orgias. Sobra quem como suspeitos dos crimes? Somente taradôes e psicopatas. Sabendo disso, fica a reflexão: então porque diuturnamente, mesmo o crime de estupro sendo corriqueiro em nossa nação, as mulheres continuam provocando nesses inferninhos os grupos dos taradôes e psicopatas? Porque a desgraça da sociedade moderna (Feministas) convenceu-as de que elas são empoderadas e a melhor forma de provar isso, é justamente provocando. Por isso os inferninhos (Bailes funk, boates noturnas, etc) estão lotadas de futuras vítimas de estupros. Mas esse não é o dado pior. O pior dado é que muitas mulheres estupradas no Brasil o foram por tarados que saíram de uma destas orgias, com os hormonios em brasa, e estupraram uma pobre coitada indo de madrugada para o trabalho. Portanto, essas ditas cujas que frequentam esses inferninhos não são somente vitimas e futuras vitimas de estrupos, elas são a causa do estupro das mulheres trabalhadeiras neste país, ao "deixar no ponto" o taradão dentro de boates (como na imagem acima), provocando depois a desgraça de uma pobre coitada que jamais pôs os pés dentro de uma boate ou baile funk. Não bastassem serem estupradas, as "empoderadas" garotas "feministas" ainda colocam o estuprador no "ponto", para que ele saia dali com o "membro" duro e os hormonios em alta, para estuprar uma mulher trabalhadeira.
Portanto, nossa sociedade parece sim, uma zona. Mas essa zona tem suas consequencias. Quem sofre com essas consequencias são as "empoderadas" e provocadoras e as pobre coitadas, que sofrem pela falta de bom senso das "empoderadas". O que fazer? Nada. Deixa um delegado de policia usar a receita deixada pelo meu avô em sua história e certamente ele será crucificado pelos canalhas que dominam culturalmente nossa imunda sociedade: jornalistas, esquerdistas, idiotas úteis, feministas, militantes, etc, etc.
o que fazerA maldição sobre a terra
A promiscuidade e adultério tomou conta da nação e do mundo. Homens e mulheres traem seus companheiros sem nenhum pudor ou vergonha do feito. As mulheres, anteriormente conhecidas pelo comedimento, hoje cometem mais traiçao que os homens. Muitas, vendem-se como prostitutas, mesmo estando casadas. Tudo isso traz maldição para a nação.
E o que fazer? Bem, "fazer" é com Deus, nós só podemos orar. Por isso este espaço será usado diuturnamente para oração por cada cidade, estado e pedaço de chão onde a prostituição e adultério floresce. E um dos alvos deste espaço será a figura feminina, até porque a maioria absoluta dos crimes cometidos neste país tem como causa a figura feminina: o traficante que trafica para ficar rico e poder ter a maior quantidade de putas que quiser...o assaltante idem...o vagabundo idem... etc...etc. Resumindo: a cultura sexual vigente na nação e a figura feminina estão na raiz, de forma direta ou indireta, de 90% dos crimes cometidos
E o que fazer? Bem, "fazer" é com Deus, nós só podemos orar. Por isso este espaço será usado diuturnamente para oração por cada cidade, estado e pedaço de chão onde a prostituição e adultério floresce. E um dos alvos deste espaço será a figura feminina, até porque a maioria absoluta dos crimes cometidos neste país tem como causa a figura feminina: o traficante que trafica para ficar rico e poder ter a maior quantidade de putas que quiser...o assaltante idem...o vagabundo idem... etc...etc. Resumindo: a cultura sexual vigente na nação e a figura feminina estão na raiz, de forma direta ou indireta, de 90% dos crimes cometidos
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terça-feira, 19 de setembro de 2017
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